Taoisme: Aku menanam sebutir benih, selebihnya bukan lagi urusanku. Selesai menunaikan tugas, aku pun berlalu—itulah caraku yang sejati dalam chaotic-nya dunia.
Taiyi Shan, o pórtico do Daoísmo, é terra sagrada onde, ao longo das eras, veneráveis mestres daoístas disseminaram suas doutrinas e preceitos. Diversos senhores de nações reconheceram e agraciaram este lugar como berço ancestral do Daoísmo. Não paga tributos, não se submete a leis: um paraíso fora do mundo, uma montanha celestial além da civilização. Em suma, aqui, o Daoísmo é livre para agir conforme sua vontade; sem restrições, sem vigilância.
Falando do Daoísmo, ele não se encontra sob o domínio das grandes potências, como o Confucionismo, o Moísmo, a Escola Militar ou a Escola de Guiguzi. Mas essa autonomia revela-se, por vezes, constrangedora. Há duas grandes escolas predominantes no mundo: ou Confucionismo ou Moísmo. Os confucionistas vangloriam-se de discípulos espalhados pelos quatro cantos, os moístas de dez mil cavaleiros errantes; até mesmo os agricultores contam com dezenas de milhares de seguidores. Já o Daoísmo, o mais antigo de todos, parece ter se enredado em sua própria complexidade. Primeiro, há duzentos anos, dividiu-se em Yin e Yang, dando origem à Escola Yin-Yang. Depois, cem anos atrás, uma cisão interna separou-o em duas vertentes: Tianzong, que busca o retiro e a ascese, e Renzong, voltada à vida mundana e ao aperfeiçoamento pelo convívio.
Mesmo assim, cada facção do Daoísmo é suficientemente poderosa para enfrentar qualquer rival. Zou Yan distinguiu Yin e Yang, delineou os Cinco Elementos; a Escola Yin-Yang conta com figuras ilustres como Donghuang Taiyi, Chu Nangu, Deusa da Lua, Xinghun, Dongjun, além dos cinco anciãos — todos nomes