Ketika Lu Shi kembali ke Inggris tahun 1900, tanpa sengaja ia mengguncang dunia sastra, sekaligus meninggalkan sebuah pepatah—bahwa dalam hal kezaliman, Inggris Raya memang tiada tandingannya. Di masa mendatang, setiap kali rakyat Inggris mengenangnya, mereka semua terharu dan terpesona, seraya merenung: betapa luar biasanya semangat internasional yang membuat seorang putra Tiongkok begitu kecewa dan pilu terhadap Inggris, hingga menuturkan nubuat semacam itu…
Tum! Lu Shi foi abruptamente empurrado. Ao abrir os olhos, deparou-se com um menino diante de si, o cabelo castanho desgrenhado penteado para um lado, o braço direito estendido, formando um arco que servia de suporte para um volumoso maço de jornais. Hum... Um jornaleiro!? Na China moderna, evidentemente, tal profissão não existe, menos ainda exercida por um pequeno estrangeiro. Lu Shi não pôde evitar murmurar consigo: “O que se pensa durante o dia, sonha-se à noite. Ter sonhos tão estranhos assim... Pelo visto, não posso continuar nesse ritmo 996, ou correrei o risco de morrer subitamente, mesmo cochilando no metrô.” Ele disse isso porque, nos últimos dias, estava traduzindo uma obra em inglês, trabalhando até altas horas da madrugada. A carga de trabalho de um tradutor não costuma ser excessiva, e o horário é flexível, sem necessidade de horas extras, em princípio. Mas Lu Shi era diferente: dominava várias línguas, cursara faculdade na área, tinha vasto repertório literário e profundo conhecimento, o que o fazia receber uma avalanche de tarefas urgentes, sem tempo para descanso, aproveitando até os breves momentos no metrô para avançar nos afazeres. Decidiu fechar os olhos e dormir um pouco mais; cada cochilo era precioso. Surpreendentemente, o jornaleiro fantasmagórico à sua frente falou: “Senhor, quer comprar um jornal?” E falava em inglês. Lu Shi, sem pensar muito, acenou com a mão e respondeu em inglês, casualmente: “Não, não, deixe-me continuar...” Antes de terminar a frase, ficou parali